<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Soda Virtual &#187; noticias</title>
	<atom:link href="http://blog.sodavirtual.com.br/tag/noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.sodavirtual.com.br</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Sep 2011 13:00:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Internet nas eleições</title>
		<link>http://blog.sodavirtual.com.br/2009/10/internet-nas-eleicoes/</link>
		<comments>http://blog.sodavirtual.com.br/2009/10/internet-nas-eleicoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 12:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Lubambo</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[partidos]]></category>
		<category><![CDATA[passeata]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sodavirtual.com.br/?p=297</guid>
		<description><![CDATA[Hellooo&#8230; Super feliz com essa nova vitória. Este texto é uma referência. O original você pode ler aqui. &#8220;Pela primeira vez na política brasileira a internet passará a compor, de forma ampla, as estratégias de comunicação de partidos e candidatos. Ao invés de passeatas, twittes e re-twittes. Ao invés de discursos intermináveis, míseros 140 caracteres.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #f30b68;">Hellooo&#8230;</span></strong></p>
<p>Super feliz com essa nova vitória.</p>
<p><span style="color: #808080;">Este texto é uma referência. O original você pode ler <strong><a title="Internet nas eleições" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/09/17/uma-eleicao-diferente/" target="_blank">aqui</a></strong>.</span></p>
<p><em>&#8220;Pela primeira vez na política brasileira a internet passará a compor, de forma ampla, as estratégias de comunicação de partidos e candidatos.</em></p>
<p><em>Ao invés de passeatas, twittes e re-twittes. Ao invés de discursos intermináveis, míseros 140 caracteres.  Ao invés de atos públicos, e-mails indignados e posts na blogosfera.</em></p>
<p><em>Foi assim que, pela primeira vez, a sociedade brasileira influenciou através do cyberespaço o Congresso Nacional e, dessa forma, mudou a opinião de vários Senadores e o rumo do Projeto de Lei 141/09 que impunha restrições ao uso pleno da internet em campanhas eleitorais.</em></p>
<p><em>Foi uma pressão branca exercida por muitos milhares de pessoas que querem participar das decisões do país, mas talvez não queiram aderir às tradicionais formas de manifestação e protesto.</em></p>
<p><em>A diferença fundamental desta ocasião com outros protestos é que tudo isso aconteceu de forma espontânea, sem a liderança de um partido ou organização, sem comprar espaços publicitários, sem sujar a cidade e sem pretensões políticas de lideranças de ocasião. A aprovação no Senado do PL 141/09, ocorrida na última terça-feira (15), liberando a utilização plena da internet, foi uma conquista da sociedade brasileira conectada.</em></p>
<p><em>Uma vez alterado pelo Senado, o PL seguiu para à Câmara dos Deputados onde todas as emendas que ampliavam as liberdades de utilização da internet foram mantidas, o PL precisará agora da sanção do Presidente da República. De qualquer forma, a essa altura do campeonato, ninguém apostaria num retrocesso.</em></p>
<p><em>Como já tenho falado em outros momentos, a propaganda pela internet agora liberada não se impõe, não assedia o eleitor, não suja as cidades, não invade o espaço público ou privado – ela depende exclusivamente da ação do cidadão, de seu interesse e iniciativa através da interatividade.</em></p>
<p><em>A internet já é parte da vida dos brasileiros. Para 65 milhões de pessoas conectadas no Brasil, somos o quinto mercado de internet no mundo, a eleição de 2010 será uma eleição diferente.</em></p>
<p><em>Pela primeira vez na política brasileira a internet passará a compor, de forma ampla, as estratégias de comunicação de partidos e candidatos. Ganha com isso toda sociedade brasileira e também uma nova democracia, que começou a ser legislada online.&#8221;</em></p>
<p><strong><span style="color: #f30b68;">Vamos ver no que vai dar. Uma certeza temos, menos sujeira pelo menos pelo chão da rua.</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sodavirtual.com.br/2009/10/internet-nas-eleicoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dando os primeiros passinhos&#8230;</title>
		<link>http://blog.sodavirtual.com.br/2009/09/dando-os-primeiros-passinhos/</link>
		<comments>http://blog.sodavirtual.com.br/2009/09/dando-os-primeiros-passinhos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 14:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Lubambo</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[catho]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[procura]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[referência]]></category>
		<category><![CDATA[referencia agencia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sodavirtual.com.br/?p=261</guid>
		<description><![CDATA[Hello&#8230; Tá aí um texto que eu achei muito interessante e bastante válido. A internet dando os primeiro passinhos&#8230; Este texto é uma referência. O original você pode ler aqui. &#8220;Com um total de 64,8 milhões de internautas brasileiros, o meio digital é hoje uma das mídias que mais atraem as empresas. Prova disso são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #f6086c;">Hello&#8230;</span></strong></p>
<p>Tá aí um texto que eu achei muito interessante e bastante válido. A internet dando os primeiro passinhos&#8230;<strong></strong><span style="color: #ffffff;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><span style="color: #808080;">Este texto é uma referência. O original você pode ler <strong><a title="Empresas X Publicidade" href="http://www.catho.com.br/estilorh/index.phtml?combo_ed=202&amp;secao=181" target="_blank">aqui</a></strong>.</span></p>
<p><em>&#8220;Com um total de 64,8 milhões de internautas brasileiros, o meio digital é hoje uma das mídias que mais atraem as empresas. Prova disso são os números do recente relatório divulgado pela editora Meio &amp; Mensagem, o Projeto Inter-Meios. Somente nos primeiros seis meses deste ano, a mídia brasileira faturou R$ 9,67 bilhões em publicidade, sendo R$ 394,5 milhões deste montante destinados para a internet, ou seja, um crescimento de 22,8% comparado ao mesmo período do ano passado.</em></p>
<p><em>Segundo Pyr Marcondes, diretor do núcleo digital ProXXIma do grupo Meio &amp; Mensagem, a internet é um novo setor, ainda em fase de consolidação, cujo crescimento só tende a aumentar. “Os anunciantes começaram a enxergar nele vantagens como mensurabilidade e abrangência, aliadas à segmentação (é possível falar praticamente one to one na internet) e interatividade em tempo real. Todos, atributos praticamente exclusivos da web e nunca antes experimentados pelo mercado publicitário. Esse conjunto de possibilidades gera experimentação e, em caso de uma experiência de comunicação e marketing bem sucedida, o anunciante passa a incorporar mais definitivamente a web em seus planos de mídia. Daí a expansão”, afirma.</em></p>
<p><em>Extremamente variado, o público da internet abrange, genericamente, as classes A+ B+ C e parte da D, e é composto por homens e mulheres, com idades que variam dos 08 aos 60 anos. Fato esse essencial na hora da empresa escolher o meio para anunciar. “A penetração da internet na população, em todas as classes, está aumentando e já é possível atingir uma grande massa de consumidores com este meio, por isso o crescimento de faturamento de publicidade do meio. Trata-se de uma tendência irreversível, que deve aumentar com o tempo”, explica Patrícia Marinho, VP de Atendimento da Giovanni+Draftfcb.</em></p>
<p><em>Assim como o seu público, as oportunidades que a internet oferece para a empresa são muito amplas, já que, além de servir como um canal de vendas, ela possibilita inúmeras maneiras para a empresa anunciar os seus produtos. “Você pode optar por um plano de divulgação cujo foco seja cobertura e, para isso, contar com a audiência dos grandes portais. Mas, também, pode ser muito assertivo divulgar sua mensagem na infinidade de sites de interesse específico que existe no mercado. A isso, se somam conceitos como behavioral targeting, que permitem expor mensagens adequadas ao perfil demográfico e de navegação do público que acessa em um determinado site. É possível, também, aproveitar as vantagens do search marketing e usar sua verba para aparecer para as pessoas que estão buscando palavras que tenham afinidade com o seu produto. E ainda tem a questão do poder das Redes Sociais, cujo uso para marketing ainda é uma novidade. Tudo isso com a vantagem de poder mensurar tudo, o tempo todo, a ponto de se ajustar uma campanha e buscar melhores resultados enquanto o investimento ainda não foi todo comprometido”, exemplifica Patrícia.</em></p>
<p><em>Apesar do crescimento da internet como meio publicitário, o Projeto Inter-Meios mostrou que o meio TV, ainda, detém 58% da verba publicitária, o Revista, 8% a 10%, e a internet ao lado da TV por Assinatura somam, juntas, apenas 8%. Mas, esse número não é tão expressivo se comparado aos 30% de expansão que a internet pode chegar esse ano. “Uma taxa certamente invejável na ótica dos demais meios já mais consolidados”, salienta Pyr.</em></p>
<p><em>Mas se engana quem acredita que a internet se transformará no meio mais popular e rentável para anunciar os seus produtos e serviços. O meio TV ainda é o mais estável, já que há 15 anos detém mais da metade do total de verba publicitária. Para os dois profissionais entrevistados nesta matéria, a TV continuará sendo o meio que atinge o maior número de pessoas em pouco espaço de tempo. “As pessoas gostam de ver TV. Isso não muda em país nenhum. Assisti a uma palestra em Cannes que mostrou um resultado de pesquisa feita no mercado americano (um dos que mais possui alternativas de mídia) onde se perguntou quanto tempo você estaria disposto a ficar sem televisão para ganhar 300 dólares. Sabe qual foi a resposta? Dois dias”, conta Patrícia. Pyr já faz uma projeção mais otimista para o meio internet: “pode ser que a internet venha a representar 10% do bolo publicitário brasileiro até 2015. Mas é só uma projeção”.</em></p>
<p><em>No entanto, mesmo que o cenário publicitário brasileiro não mude muito, o mercado já está sentindo a necessidade de se adaptar ao processo mundial da digitalização. “Não há mais barreiras entre o mundo online e offline e as oportunidades de promover interação com o consumidor são novas. Acho que a grande mudança é deixar de ser passivo (simplesmente colocar mensagens nos meios) para aprender a ser interativo (como trabalhar com o fato de que o consumidor vai interagir com a marca)”, acredita a VP de Atendimento da Giovanni+Draftfcb.</em></p>
<p><em>As agências de publicidade no Brasil, por sua vez, terão um grande desafio pela frente e, para Pyr Marcondes, são as empresas que mais terão que se adequar ao crescimento constante e irreversível da internet. “O que esse meio está provocando é a quebra da inércia, de hábitos e práticas comodamente assumidas pelas agências, desde o surgimento da TV, há 50 anos. Mesmo representando ainda tão pouco no bolo publicitário brasileiro, a internet é um fenômeno que provoca, na verdade, uma gigantesca mudança de comportamento de todos nós, em todo o mundo. Quando as agências olham para esse impacto, que talvez seja mais revolucionário e profundo do que o que aconteceu com a televisão, elas se assustam e ficam totalmente intimidadas. Não sabem o que fazer. Correm atrás do prejuízo e de um conhecimento que não detém. Para piorar o quadro, todos os seus clientes exigem projetos e resultados digitais já, e não para amanhã. As agências têm que sacudir o mofo, entender que a fila anda e que o futuro já chegou. E que elas perderam, pelo menos, a última década (mais ou menos o tempo de vida da internet no Brasil), preconceituosamente achando que tudo ia ficar igual, como sempre, só que não é nada disso que está acontecendo. Ou elas incorporam novos conhecimentos sobre o mundo digital, que deverá se expandir, ou vão perder a conta de seus clientes”. </em></p>
<p><strong><span style="color: #f6086c;">E ainda dizem que é desnecessário esse &#8220;negócio&#8221; de internet&#8230;</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sodavirtual.com.br/2009/09/dando-os-primeiros-passinhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

